Boi gordo trava em R$ 315/@ com queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos; mercado entra em compasso de espera

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Consumo doméstico enfraquecido limita novas altas, enquanto produtores resistem a vender por valores menores e sustentam as cotações em importantes praças pecuárias.

O mercado físico do boi gordo segue atravessando um período de baixa liquidez e negociações travadas. De um lado, frigoríficos pressionam por preços menores diante da dificuldade de escoamento da carne bovina no mercado interno. Do outro, pecuaristas continuam resistentes em aceitar novas reduções, sustentados por uma oferta ainda relativamente controlada de animais terminados. O resultado é um cenário de compasso de espera, com poucos negócios fechados e pouca disposição para mudanças bruscas nas cotações. Queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos faz boi gordo ser negociado a R$.

Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o consumo doméstico permanece abaixo do esperado, mesmo após o período de pagamento de salários, fator que normalmente impulsiona as vendas no varejo. Sem reação da demanda, a indústria frigorífica mantém postura cautelosa nas compras de boi gordo. Queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos faz boi gordo ser negociado a R$.

Pecuaristas resistem e seguram novas quedas no mercado do boi gordo

Apesar da tentativa dos frigoríficos de reduzir os preços pagos pela arroba, muitos produtores optam por segurar os animais, evitando negociar em valores considerados baixos para o momento. Essa resistência tem impedido recuos mais acentuados nas principais regiões produtoras e ajuda a manter o mercado relativamente equilibrado, mesmo diante da pressão da indústria.

Mato Grosso negocia boi entre R$ 315 e R$ 320

Em Colíder (MT), a oferta de animais é considerada confortável pelos compradores, mas a dificuldade em convencer os pecuaristas a aceitar preços menores mantém as negociações limitadas. Os negócios registrados ocorreram entre R$ 315 e R$ 320 por arroba, enquanto as escalas de abate variam entre seis e dez dias, indicando que as indústrias ainda trabalham com relativa tranquilidade no abastecimento. Queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos faz boi gordo ser negociado a R$.

Frigoríficos tentam baixar preços no Mato Grosso do Sul

Em Cassilândia (MS), algumas indústrias chegaram a oferecer redução de R$ 5 por arroba, porém não conseguiram fechar negócios. Conforme levantamento do Cepea, a disponibilidade limitada de animais prontos para abate continua sustentando os preços na região, que permanecem entre R$ 325 e R$ 330 por arroba. As escalas de abate variam de cinco a nove dias, refletindo um mercado ainda relativamente ajustado entre oferta e demanda. Queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos faz boi gordo ser negociado a R$.

Carne bovina perde força no atacado

A maior preocupação do setor continua sendo o desempenho das vendas de carne bovina. Mesmo com o tradicional aumento de consumo esperado no início do mês, o mercado interno não apresentou reação suficiente para estimular novas compras por parte dos frigoríficos. Esse cenário também aparece no atacado. Segundo o Cepea, a carcaça casada bovina à vista na Grande São Paulo caiu para R$ 23,77 por quilo, ficando aproximadamente R$ 1 abaixo da média registrada em meados de junho. Queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos faz boi gordo ser negociado a R$.

Mercado deve seguir travado nos próximos dias

Na avaliação do Cepea, o mercado do boi gordo deve permanecer em compasso de espera enquanto dois fatores continuarem presentes: o consumo doméstico enfraquecido e a resistência dos pecuaristas em negociar por preços menores. Na prática, isso significa um ambiente de pouca liquidez, escalas relativamente confortáveis para parte das indústrias e negócios pontuais, sem uma tendência clara de valorização ou de queda mais intensa no curto prazo.

Fonte: https://www.comprerural.com/boi-gordo-trava-em-r-315-com-queda-de-braco-entre-pecuaristas-e-frigorificos-mercado-entra-em-compasso-de-espera/